INFORME PÚBLICO

GOSTARIAMOS DE COMUNICAR AOS NOSSOS LEITORES E AMIGOS QUE ESTAMOS ESPANDINDO AS AÇÕES DO MINISTÉRIO.
EM FUNÇÃO DISSO, GOSTARIAMOS DE PEDIR A COPREENSÃO PARA QUE POSSA SER FEITA A MIGRAÇÃO NATURAL PARA OUTRO ENDEREÇO.

http://igrejaemtendas.blogspot.com

O MOTIVO PRINCIPAL É PRATICIDADE E COMODIDADE DA QUALIDADE DO SERVIÇO E COMUNHÃO QUE JÁ DESFRUTAMOS HÁ POUCO MAIS DE UM ANO.

AGRADECEMOS A COPREENSÃO

PARA O REINO E PELO REINO
MINISTÉRIO IGREJA EM TENDAS
igrejaemtendas@gmail.com

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Teologia e os Negros

Escrito pelo mestre e teólogo Paulo de Bereia

Dia 20, o Brasil reverenciou o negro com o dia Nacional da Consciência Negra. Este dia é nada se todos não assumirem o erro histórico cometido e ainda sendo cometido, nesta cultura que contribuiu para o que somos e temos hoje.

A questão se torna mais agravante, quando vemos o preconceito refletido na própria teologia que aprendemos e estamos passando adiante. Assim, esperamos que a pastoral de hoje possa contribuir “como uma gota d’água” neste oceano de discriminação. É oportuno destacar que a nossa atual teologia é reflexo da cultura européia, branca, judaica e discriminatória. Precisamos voltar às origens das Escrituras para rompermos com o que nos foi imposto como leitura ao longo de séculos. Vejamos alguns exemplos bíblicos:

Você já leu ao ouviu alguém dizer que um negro africano ajudou a Jesus carregar a cruz? Então leia com “outros olhos” Mt 27.32;Mc 15.21 e Lc 23.26.

Você já leu ou ouviu que um africano, funcionário do rei, liderou um movimento para libertar Jeremias? Leia Jr 38.1-13

Você já leu ou ouviu que Moisés casou-se com uma africana? Nm 12.

Você já leu ou ouviu que a história do Êxodo se passa na África? (Ler o Êxodo)

Você já leu ou ouviu que o Canto de Miriã (Ex 15.19-21) consistindo de “canto e dança ao redor dos tambores” é próprio da cultura negra?

Você já leu ou ouviu que o tesoureiro da Rainha de Candace era um negro e que lia o profeta Isaías e voltou convertido para a África? Já pensou que ele poderia ter levando o Evangelho para a África? (Ler At 8.26-40)

Você já leu ou ouviu da possibilidade do erro do branco ter evangelizado à África?

Você já leu ouviu da possibilidade do profeta Sofonias ser negro?

A última pergunta: será que não haverá algum interesse “político e teológico” em não divulgar estas e outras informações? Cremos que uma conscientização destas verdades muitos altares, púlpitos e cátedras teriam negros… e muita coisa iria mudar.

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Oração


 

“Antes de tudo, recomendo que façam pedidos, orações, súplicas e ações de graças em favor de todos os homens, pelos reis e por todos os que têm autoridade, a fim de que levemos uma vida calma e serena, com toda a piedade e dignidade. Isso é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador. Ele quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade.” 1 Timóteo 2.1-4.

 

Mais uma vez o Senhor está nos mostrando que o verdadeiro evangelho sempre é pensando no outro e não em nós. Na oração não poderia ser diferente.

O texto começa com a expressão “antes de tudo”.Antes de qualquer coisa precisamos orar.

 

Muitos pensam em estratégias fantásticas, outros em uma música envolvente. Mas o princípio de tudo é a oração.

Vidas se convertem, maridos são salvos, filhos libertos e tudo o que se faça no Reino; nada é possível sem antes passar pela oração.

 

Vida com Deus não acontece sem oração. Muitos querem tudo de Deus, mas não dão seus tempos em oração. Pense nisso.

 

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Adoração

 

 

“Portanto, ofereçamos continuamente, por meio de Jesus, um sacrifício de louvor a Deus, isto é, o fruto de lábios que confessam o seu nome. Não se esqueçam de ser generosos, e saibam repartir com os outros, porque tais são os sacrifícios que agradam a Deus.” Hebreus 13.15-16.

Estava procurando alguns textos que falassem em adoração quando esse texto de Hebreus me prendeu de forma empaquetante.

O primeiro ponto é que sempre associamos louvor genuíno com sacrifício de louvor. Claro que está correto, mas esse sacrifício não é apenas cantar ou levantar as mãos no domingo. Sacrifício de louvor segundo a Palavra de Deus é confessar o Nome do Senhor.

Ponto um, nossa vida tem que ser através do que falamos e fazemos um confessar diário do Nome do Senhor Jesus.

Ponto dois, ser generoso e saber repartir é o sacrifício que agrada a Deus.

“ Religião pura e sem mancha diante de Deus, nosso Pai, é esta: socorrer os órfãos e as viúvas em aflição, e manter-se livre da corrupção do mundo.” Tiago 1.27.

 O socorro dos santos, o repartir com os santos é a adoração que agrada ao Senhor.

Nossa vida religiosa e litúrgica as vezes não nos deixa ver o que realmente o Senhor quer de nós.

Você quer ser um verdadeiro adorador, então o adore em Espírito e Verdade. Pense mais nas pessoas e menos em você.

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QUEM FORAM OS ANABATISTAS?

Nos livros de história e em muitas enciclopédias encontraremos algumas notas sobre quem foram os anabatistas. Em alguns livros são chamados de “dissidentes”, e em outros de “seita de heréticos”. Há escritores que não querendo se comprometer com sua maioria de leitores católicos ou protestantes chama-os de “fanáticos religiosos”.

Eram dissidentes? Não. Dissidente é uma pessoa que se separa de outro por algum motivo. Eles não se separaram de ninguém. Apenas não concordavam com heresias dentro da igreja. Se uma igreja tem 20 membros. Quinze resolve mudar a fé. Cinco permanecem fiéis. Quem foi dissidente? Os quinze que estão no erro ou os cinco que permaneceram fiéis? É evidente que dissidente é aquele que saiu daquilo que está certo e firmado.

Chamá-los de um ajuntamento de heréticos é o mesmo que chamar os apóstolos de heréticos. Não foram os anabatistas que mudaram de fé. Nunca foi a intenção de um anabatista mudar aquilo que Deus ordenou. Heréticos foram os pastores e membros das igrejas erradas, os mesmos que posteriormente foram conhecidos como católicos. Os anabatistas não eram uma facção de cristãos. Eles eram os verdadeiros cristãos. Portanto, seita foi a igreja Católica que surgiu tendo como membros indivíduos e pastores excluídos por motivos biblicamente corretos.

Também não eram fanáticos religiosos. Seguir a Cristo como manda as escrituras não é ser fanático, é ser discípulo verdadeiro. Discordar de heresias não é fanatismo, é zelo pela palavra de Deus. Seriam os apóstolos fanáticos? Zaqueu foi um fanático por querer fazer a vontade de Deus? Paulo foi um fanático quando condenou a idolatria? Pedro foi um fanático quando discordou da salvação pelas obras? De forma alguma. A maior prova de que os anabatistas não eram fanáticos está no exemplo dos primeiros cristãos mencionados no livro de Atos.

Podemos afirmar com certeza que os anabatistas foram os verdadeiros seguidores de Jesus entre os anos de 225 até os anos de 1600. Homens que amavam servir a Cristo. Eram cristãos que não concordavam com o erro grotesco de ver pessoas acreditando que o batismo ajudava na salvação; Cristãos que não aceitavam em ver um bispo monárquico querendo mandar no rebanho de Deus. Igrejas que tiveram a coragem de excluir do meio cristão original as igrejas heréticas. Foram eles os autênticos sucessores dos apóstolos na obediência a Jesus e a sua Palavra.

O QUE SIGNIFICA ESTE APELIDO?

O próprio título confessa que o sobrenome dado aos cristãos fiéis – anabatistas – é um apelido, e tem tudo a ver com o propósito para o qual ele foi dado. Anabatistas é uma palavra grega que significa “batizar outra vez”. O prefixo “ana” quer dizer outra vez, e a raiz “batista” significa mergulhar ou batizar nas águas. Assim, quando uma igreja era chamada de anabatista por outra, significava que ela batizava outra vez os membros vindos das igrejas erradas.

ONDE E QUANDO SURGIU ESTE APELIDO?

Este apelido foi usado pela primeira vez na Ásia Menor para distinguir nesta região as igrejas fiéis das erradas. O local mais aceito como sua origem é na Frigia, local de onde saiu o pastor Montano para pregar contra o batismo como ato de salvação e a figura do bispo monarquico, os quais corrompiam as igrejas cristãs. Montano foi um pastor muito itinerante, e por isso sua mensagem se esparramou por toda Ásia Menor, fazendo que as igrejas dessa região permanecessem fiéis a doutrina recebida pelos apóstolos. Montano viveu cerca de 160 A.D. Foi justamente nessa época que as igrejas da Ásia Menor resolveram rebatizar membros vindos de igrejas erradas. Então pela primeira vez uma igreja foi conhecida como “anabatista”.

Oficialmente ele é usado em 253 A.D., pelo bispo romano Estevão que, indignado com o fato de ver sua igreja excluída pelas igrejas da Ásia, resolveu chamá-las de “anabatistas”. O fato é que depois do bispo romano ter se manifestado, todas as igrejas que não concordavam com a idéia de Salvação através do batismo e da necessidade de um bispo monárquico, foram conhecidas como anabatistas.

O PORQUÊ DESTE APELIDO

Talvez o leitor esteja confuso e pergunte o porquê dos cristãos terem a necessidade de receberem outro apelido além de cristão.

Um crente fiel ao Senhor tem muito amor aos ensinos da Bíblia. Jesus ao enviar a grande comissão dá três ordens: Fazer discípulos; batizar; e ensinar as coisas que ele ordenou; Então, uma igreja fiel irá: pregar, batizar e ensinar o que ele ordenou. Note que ele diz: “vos tenho ordenado”. Ordem é ordem. Mandamentos são mandamentos. A igreja não pode fazer aquilo que não lhe foi ordenada, mas somente o que Jesus ordenou. Por isso as igrejas fiéis não podiam e nem podem se submeter a erros heréticos como mudar o plano de salvação e a chefia da igreja!

A exclusão das igrejas erradas em 225 A.D. pelas igrejas fiéis foi uma atitude necessária para a conservação do evangelho puro e original. Assim como um membro profano deve ser excluído do seio da igreja, da mesma forma uma igreja profana deve ser excluída da comunhão com as outras igrejas fiéis. O próprio Senhor Jesus nos ensina no livro de Apocalipse que o simples fato de uma igreja não ser fria nem quente é motivo de ser “vomitada”. Queiram os ecumênicos ou não, já no segundo século havia dois tipos de cristãos: os fiéis ao evangelho e os infiéis. Os infiéis, excluídos em 225, já não tinham mais o direito de batizar, ao menos que se reconciliassem. Como isso não aconteceu perderam totalmente a ordem do batismo.

Aceitar o batismo de uma igreja excluída é o mesmo que aceitar que um crente excluído saia por aí batizando todo mundo. Conclui-se que o re-batismo de membros vindos de uma igreja excluída é algo necessário, pois quem não recebe o batismo de uma igreja biblicamente aceita, não recebeu o batismo cristão.

Portanto, o apelido anabatista, só apareceu porque as igrejas erradas não quiseram arrepender-se de seus erros. Além do que, não se chamaram assim, mas foram pelas igrejas erradas assim chamadas. O fato dos anabatistas não ter repudiado o apelido significa que o mesmo estava de acordo com uma realidade da época, ou seja, precisava ter re-batizadores para enfrentar as heresias das igrejas erradas.

Autor: Pastor Gilberto Stefano

Igreja Batista da Fé,

Rua Jamil Dib Lufti, nr. 165

Jardim Santa Clara

17500-000 Marília, São Paulo

Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

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Mediantes a fé

Sabemos que somos salvos pela Graça de Deus, essa é uma verdade:

Porque pela graça sois salvos, mediante a fé;
e isto não vem de vós, é dom de Deus;
não de obras, para que ninguém se glorie. (Ef. 2:8e9)
Mas fica a pergunta:

Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé,
e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo? (Tg.2. 14)

Compreendemos a seguinte verdade:

a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma. (Tg.2:17)

Podemos, então, depreender que se a fé estiver morta ela não opera para a salvação. Se de fato há fé em nós agiremos de modo a realizar as obras. Porém, se a fé que estiver em nós estiver morta ela não gerará obras. Precisamos manifestar o Evangelho de Poder (ITs.1:5; I Co. 4:20), para isso precisamos de uma fé viva e eficaz. Pois Cristo já declarou que:

aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço,
e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai. (Jo.14:12)

Onde estão nossas obras, cadê nossos frutos? As obras geram os frutos, e a fé gera as obras. Deus quer de nós frutos, não podemos ser uma figueira estéril, pois esta será cortada e lançada no fogo. Quando o Senhor vier até nós o que Ele encontrará, frutos ou apenas folhas?

Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim.
Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.
Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem. (Jo.15: 4-6)

E estes sinais seguirão aos que CREREM: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão.
E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor, e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém.
(Mc. 16:17,18 e 20)

O que nos fará conhecido diante do Senhor é muito mais do que comer e beber na presença do Dele e ouvir seus ensinamentos, é frutificar, pois Ele nos nomeou para irmos e darmos frutos (Jo.15.16).

Quando o pai de família se levantar e cerrar a porta, e começardes, de fora, a bater à porta, dizendo: Senhor, Senhor, abre-nos; e, respondendo ele, vos disser: Não sei de onde vós sois;
Então começareis a dizer: Temos comido e bebido na tua presença, e tu tens ensinado nas nossas ruas. E ele vos responderá: Digo-vos que não sei de onde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais a iniquidade. (Lc. 13: 25 – 27)

Michelle e Jarivelton

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Os Moravianos

Caros amigos, queria compartilhar algo que tem me impactado muito nesses dias a respeito dos “Os Moravianos” algo que feriu meu coração…
Iniciao em Hernhut, Alemanha no século 18, o movimento de oração continua (24 horas) chamado Moravianos durou por quase 100 anos, e eles não oravam por aquilo que não estavam dispostos a ser a resposta.
Dois jovens Moravianos, de 20 anos ouviram sobre uma ilha no Leste da India cujo dono era um Britânico agricultor e ateu, este tinha tomado das florestas da África mais de 2000 pessoas e feito delas seus escravos, essas pessoas iriam viver e morrer sem nunca ouvirem falar de Cristo.
Esses joves fizeram contato com o dono da ilha e perguntaram se poderiam ir para lá como missionários, a resposta do dono foi imediata: ” Nenhum pregador e nenhum clerico chegaria a essa ilha para falar sobre essa coisa sem sentido”. Então eles voltaram a orar e fizeram uma nova proposta: “E se fossemos a sua ilha como seus escravos para sempre?”, o homem disse que aceitaria, mas não pagaria nem mesmo o tranposte deles. Então os jovens usaram o valor de sua propria venda para custiar sua viagem.
No dia que estavam no porto se despedindo do grupo de oração e de suas familias o choro de todos era intenso, pois sabiam que nunca mais veriam aqueles irmãos tão queridos, quando o navio tomou certa distância eles dois se abraçaram e gritaram suas ultimas palavras que foram ouvidas: “QUE O CORDEIRO QUE FOI IMOLADO RECEBA A RECOMPENSA DO SEU SOFRIMENTO”.
Estou convencido que não devo orar se não estou disposto a ser resposta pelo o que estou orando. “… Deus é poderoso pra fazer muito mais…. de acordo com Seu poder que opera em nós” (Ef. 3:20)
Quantas vezes eu achei que obedecer era fazer um favorzinho para deixar Deus feliz, mas agora entendo que primeiro é um favor para minha vida, porque “…Seus pensamentos são mais altos do que os meus” (Is 55:7), e segundo é uma resposta expontânea e voluntária que declara amor. Obedecer é viver!
Não podemos responder a cruz de Cristo com esmolas, dizimos, puritanismo e favorzinhos. O que move o Senhor do trono é nossa vida como sacrificio por amor ao proximo, assim como Estevão (At 7)
Isso é uma escolha consciente, diária e não um choro de domingos a noite.
Essa palavra pode nos deixar muito frustrados por entendermos que temos entregue tão pouco, mas entenda que exite um processo (os Moravianos oraram por 100 anos) e esse e-mail é só para te lembrar do seu alvo, que de maneira nenhuma pode ser uma vida em busca do prazer humanista, mas o mesmo que o do Cordeiro, o Calvário.
Estamos juntos queridos irmãos, ouçamos e respondamos dignamente.
Postagem retirada do “lunamissionaria.blogspot.com”
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